segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Homeopatia na Resolução de Problemas de Fertilidade




A infertilidade é um dos problemas de saúde do homem onde a Homeopatia responde com elevada taxa de sucesso, quer o problema seja de um ou de ambos os membros do casal.
É um problema que pode ter origem estrutural interna, pode ser o resultado de desequilíbrios emocionais, inconscientes do ser humano ou pode mesmo ser causada por factores externos (alimentação, poluição, a vida agitada e o stress).
As infecções sexualmente transmissíveis, caso não sejam tratadas, são outro factor a considerar.
Há situações mais complicadas, como as intervenções cirúrgicas em que há extracção de órgãos, que contribuem para a infertilidade com causa estrutural.
Nas últimas décadas tem aumentado muito o número de casais com problemas de fertilidade. As mulheres sofrem de menstruações irregulares muitas vezes com patologias associadas, os homens, os problemas com o sémen, que vão desde a qualidade e quantidade, ou com os espermatozóides, aumentaram significativamente.
A Homeopatia já provou a sua grande eficácia, tanto em utilização exclusiva como em complementaridade com a medicina convencional.
Na grande maioria dos casos pode ser utilizada em exclusivo, como alternativa aos químicos.
O resultado é o restabelecimento do estado de saúde com a mesma eficácia e rapidez, sem a agressão dos químicos e sem técnicas invasivas.


Homeopatia Valiosa Ajuda na Reprodução Assistida

Reconheço, no entanto, que há situações de graves problemas de estrutura, onde a reprodução assistida é a única hipótese de alguns casais conseguirem ter um filho, mas também nestas situações a homeopatia pode ter um papel importante e dar uma ajuda valiosa para que o resultado final da intervenção seja positivo.
O equilíbrio emocional e hormonal da mulher, a preparação do útero para receber o óvulo fertilizado e promover a sua fixação, a melhoria do muco cervical que facilita a caminhada dos espermatozóides, a melhoria da mucosa uterina para favorecer a nidação, a permeabilidade da membrana celular e a energia da célula (mitocôndria) são situações onde se verificam que os benefícios do tratamento homeopático são bastante evidentes a valiosos para o sucesso do processo.

Vantagens do Tratamento Homeopático:
- Tem a vantagem de ser um tratamento simples, barato, muito fácil de fazer, que proporciona uma cura suave e duradoura, (os medicamentos homeopáticos são baratos e muito fáceis de tomar).
- Considera o ser Humano como um todo e não apenas os sintomas da doença.
- Actua através do estímulo energético, estimula as reacções de defesa do organismo, promovendo o reequilíbrio, a saúde.
- Reduz a predisposição à doença e pode impedir ou retardar a manifestação de doenças hereditárias.
- Não causa intoxicação medicamentosa, não tem efeitos secundários e com resultados positivos, quer a causa seja masculina, feminina ou do casal.
Na mulher, os ciclos menstruais irregulares, o desequilíbrio hormonal quando não há ovulação e no homem, os problemas com o sémen e com os espermatozoides, aumentaram significativamente, são obstáculos à fertilidade que a homeopatia resolve com sucesso. 

A Consulta de Homeopatia
A infertilidade é um problema do casal e não só de um. Por isso, na 1ª consulta de homeopatia, faço questão em falar com o casal em conjunto e individualmente, quer o diagnóstico que tragam seja de infertilidade masculina ou feminina.
A Homeopatia considera o ser humano como um TODO, em que o mental, o emocional e o físico, estão intrinsecamente ligados, sendo as manifestações físicas, o resultado do desequilíbrio dos outros níveis. Por isso, só depois de uma anamnese pormenorizada e individualizada de cada pessoa, o homeopata pode escolher o medicamento mais adequado, o remédio mais semelhante (o similibus). É esse remédio, que vai ajudar o organismo a recuperar o equilíbrio e deixar que todos os órgãos e glândulas desempenhem, em pleno, as funções que lhes competem. É esta a função do remédio homeopático, o reequilíbrio global do ser humano.
A saúde reprodutiva faz parte deste “pacote” de órgãos e funções que só funcionam bem quando há harmonia.

Duração do Tratamento
Muitos pacientes perguntam “quanto tempo vai demorar o tratamento?” a isso, eu não sei responder. Tanto pode demorar três meses como um ano, ou mais, tudo depende da situação, de cada pessoa, da cronicidade do problema, dos tratamentos químicos feitos anteriormente e da profundidade do tratamento necessário.
Todos sabemos que a fertilidade do homem e da mulher é um processo complexo e muito delicado. Tal como nas outras medicinas, também em homeopatia não há certezas absolutas.


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sábado, 26 de julho de 2014

Homeopatia na Andropausa do Homem

Homeopatia na Andropausa do Homem

Andropausa – O que é?
É frequente ouvirmos falar dos problemas por que passam algumas mulheres quando chegam à menopausa mas pouco ouvimos falar acerca da andropausa do homem.
Calores, insónias, diminuição de libido, dores de cabeça, cansaço, aumento de peso, rugas no rosto e a osteoporose, são alguns dos sintomas que podem afectar as mulheres na menopausa no entanto, são poucas as pessoas que sabem ou têm consciência que as alterações metabólicas do organismo e a descompensação hormonal, que afectam a mulher a partir dos 40/45 anos, também acontecem no homem e que o homem também pode apresentar um conjunto de sinais e sintomas parecidos com os da mulher, quando chega à menopausa. A fase da vida do homem que corresponde à menopausa da mulher é a andropausa.
Tal como “menopausa” para a mulher, “andropausa” é o termo utilizado para definir o estado de diminuição hormonal, que acontece no homem a partir dos 50/55 anos.
A diminuição nos níveis de testosterona verifica-se em cerca de 50% dos homens com mais de 50 anos, esta percentagem sobe para os 85% nos homens com idade compreendida entre os 60 e 70 anos. Com a idade e com o consequente envelhecimento, os níveis de testosterona diminuem progressivamente mas, ao contrário do que acontece com a mulher, esta alteração não põe fim ao ciclo reprodutivo do homem. Andropausa não é o fim da capacidade reprodutiva do homem, há apenas redução de fertilidade por menor produção de espermatozóides, consequência da diminuição de testosterona no organismo.
 
Sinais e Sintomas do Homem na Andropausa
Quando se diz que o homem está a entrar na andropausa, geralmente é porque o homem começou a sentir e a queixar-se de algumas mudanças no seu organismo ou comportamento, pouco frequentes ou inexistentes até aí.
Diminuição na vitalidade, irritabilidade, tendência a depressão, alterações de humor e na disposição, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, prostração e preguiça, alterações testiculares, diminuição de pelos púbicos, dores nas articulações, aumento de peso e alterações na figura, entre muitos outros, são alguns dos sinais indicadores de que o homem está na andropausa. Os sintomas da andropausa do homem ocorrem mais tardiamente em relação à menopausa da mulher. Enquanto que nas mulheres a menopausa acontece por volta dos 45/50 anos, nos homens os sintomas da andropausa podem aparecer somente por volta dos 50/55 anos.
Comparativamente com a mulher na menopausa, os sintomas da andropausa são mais subtis e por isso não se observam tão facilmente e tal como acontece para a mulher, há homens que passam esta fase sem problema nenhum, mas há outros, uns mais que outros, que apresentam um quadro de sinais e sintomas mais acentuado, tanto a nível físico como emocional.
Quando chega a esta fase da vida, é frequente ouvirmos o homem queixar-se de alguns destes sintomas:
  • Distúrbios do sono como insónias, sono pouco reparador, apneia
  • Irritabilidade, ansiedade e depressão
  • Alterações no metabolismo
  • Obesidade
  • Impotência sexual, redução do apetite sexual (libido)
  • Ejaculação precoce
  • Alterações urológicas em geral
  • Perda de memória e dificuldade de concentração
  • Acessos de calor
  • Prostração e preguiça
  • Perda de cabelo
  • Perda de elasticidade da pele e diminuição da massa muscular
  • Doenças cardiovasculares, aparecimento de hipertensão e colesterol
  • Osteoporose
No entanto e não é demais referir, que a intensidade e a variabilidade com que estes sintomas se manifestam, dependem muito do organismo de cada homem, da sua vivência e do estado físico e emocional com que chega a esta fase da vida.

Sinais e Sintomas Físicos da Andropausa
Tal como a mulher, ele pode sentir ………
A andropausa caracteriza-se pela diminuição dos níveis de testosterona no organismo, é uma fase natural do desenvolvimento biológico do homem.
É uma altura de alterações endócrinas em que o homem pode queixar-se de sintomas incómodos e de alterações no corpo que até essa altura nunca tinha sentido. Esses sintomas são a consequência natural da reacção do organismo para recuperar o equilíbrio, são a resposta do organismo à alteração hormonal por que está a passar. Este período, que corresponde à transição para a andropausa, dura em média cerca de dois ou três anos da vida do homem.
Alterações no metabolismo, obesidade, predisposição para engordar ou emagrecer e diminuição de algumas capacidades físicas, são tendências que se agravam com a andropausa. Esteticamente a aparência pode mudar, a barriga pode ficar mais saliente, aparecem gorduras onde nunca tinha havido nada, queda de cabelo, cabelos brancos, perda de visão e de audição, perda de elasticidade da pele, aparecimento de rugas, diminuição da massa muscular, dores articulares e perda de massa óssea (osteoporose), são alguns dos sinais e sintomas que podem aparecer, quer seja pela falta de exercício físico, quer pela deficiência das hormonas masculinas.
Outros dos sintomas, que muito preocupam os homens no dia-a-dia e que podem ter consequências bastante complicadas quer a nível físico como mental e emocional, são os problemas urológicos. Distúrbios da erecção e impotência sexual, redução do apetite sexual e ejaculação precoce, hipertrofia da próstata e problemas do foro urológico em geral, são sintomas que além de físicos, se reflectem com muita intensidade no mental e emocional do Homem, mas há soluções para ajudar a atenuar e eliminar estes sintomas.
O sono tem um papel muito importante e fundamental na andropausa, é frequente alguns homens, quer por trabalho ou por qualquer outro motivo, terem padrões de sono irregulares, não dormem bem, dormem pouco, têm falta de sono, o que pode afectar directamentea a produção de testosterona pelo organismo. Há outro problema, frequente e grave que também provoca distúrbio do sono, é a apneia do sono. A apneia, que muita gente relaciona só com o ressonar, pode ter consequências bastante graves e abrangentes, na realidade a pessoa pode parar de respirar durante o sono e a falta de oxigenação dar origem a complicações cardiacas graves além de debilidade do organismo por falta de oxigenação.
Os acessos esporádicos de calor, maior propensão ao aparecimento de doenças cardiovasculares, aparecimento de hipertensão e colesterol, diminuição da resposta do sistema imunitário, são debilidades do organismo, frequentes no homem na andropausa que se manifestam com maior ou menor intensidade, conforme a vivência e o organismo de cada um.

Sinais e Sintomas Emocionais da Andropausa
Quando ouvimos alguém referir-se à andropausa, é frequente ouvirmos dizer que o homem está com a “crise da idade”. Como anteriormente referi, a andropausa caracteriza-se pela diminuição dos níveis de testosterona no organismo, que é pode ser a causa do aparecimento episódios depressivos e conflitos interiores e existenciais no homem.
São vários os factores que podem influenciar, mental e emocionalmente, o comportamento do homem.
O homem sente-se cansado e fatigado, tem dificuldade em olhar para si e constatar que está a ficar com barriga e com os músculos mais flácidos, que o cabelo está mais fraco e mais branco e que a sua vitalidade já não é o que era. Aparecem os distúrbios do sono, as insónias e o sono pouco reparador, a dificuldade de concentração e de memorização, a irritabilidade, a ansiedade, a pouca energia e prostração, a apatia e a depressão, estes sintomas que aparecem em cadeia, uns podem gerar os outros e terem consequências graves no equilíbrio mental e emocional do homem.
Todos os homens em qualquer idade e em qualquer altura da vida podem ter diminuição do desejo sexual, da erecção e ejaculação mas uma falha sexual deste tipo, principalmente nesta fase da vida, pode ser a “semente” que vai germinar e criar nele a ideia de “estou a ficar velho, isso era dantes, agora já acabou”, e a perda da qualidade de vida.
Apercebe-se que não está bem e de imediato liga o facto à idade, está a envelhecer e não gosta disso, sente-se inseguro, a autoconfiança e auto-estima baixam desencadeando um processo de culpa por já não ser como sempre se viu.
A vida sexual e toda a insegurança e conflitos interiores reflectem-se na disposição mental para o trabalho e para ultrapassar as contrariedades da vida por que todos passamos independentemente de sermos homens ou mulheres.
Muitos homens, talvez por falta de informação, de conhecimento e devido aos mitos e preconceitos que envolvem esta importante fase das suas vidas, negam o que todos os dias vêem ao espelho. Pintam o cabelo para taparem os cabelos brancos que teimam em aparecer, iludem-se que estão no auge da sua virilidade, comportam-se como adolescentes, procuram sair com mulheres bastante mais novas, para serem olhados e alvo de comentários dos outros, comentários que são como um bálsamo para o seu ego na busca de auto-afirmação e negação do processo natural de envelhecimento do ser humano.
O homem, não se pode esquecer que a andropausa é uma fase do natural desenvolvimento biológico de qualquer homem, é uma fase que tem e deve ser vivida, compreendida e ultrapassada com confiança. Não é o fim de nada, é apenas uma fase que pode ser passada sem grandes distúrbios, se o homem estiver bem consigo mesmo, se tiver confiança em si e nos seus verdadeiros sentimentos.
Para o homem informado a andropausa não é uma crise, mas sim uma importante fase de amadurecimento, na qual ele deve despertar, com razão e sabedoria, as suas virtudes e os seus verdadeiros valores. É a altura em que não precisa de provar nada a ninguém, apenas ser o que é, vivendo com sensatez e inteligência e aproveitar tudo de bom que a experiência de vida lhe ensinou.
Não precisa mais do que isto, nem de provar mais nada, para ser um homem interessante, cheio de charme e, muito importante, ser amado. Vale por si, por tudo o que é de verdade.

O que o Homem pode fazer para aliviar os Sintomas da Andropausa
Andropausa é uma fase de alterações endócrinas que afectam o estado físico e emocional do homem, mas não é nenhuma doença. Tal como acontece com as mulheres na menopausa, os sintomas da Andropausa não são iguais para todos os homens, diferem em intensidade e variabilidade de acordo com a individualidade de cada um.
Então o que pode o homem fazer para viver a andropausa, com qualidade de vida? Essencialmente o mesmo que a mulher.
O mais importante é viver um dia de cada vez, com calma e encarar o momento como uma fase natural da vida humana e do desenvolvimento biológico pela qual irremediavelmente tem de passar, que para alguns homens traz transtornos com sintomas menos bons, enquanto outros nem se apercebem das mudanças que estão a acontecer no seu organismo e vivem a andropausa em equilíbrio e em harmonia com eles próprios.
Nunca é demais referir que cada organismo reage à sua maneira, seja qual for a situação. No entanto, há alguns cuidados que podem ajudar a prevenir e a combater os sintomas e patologias que com frequência se manifestam nesta fase.
Um dos cuidados, fundamentais é dormir bem. O sono é essencial para o descanso e por isso para o equilíbrio emocional e físico do homem. A dificuldade em adormecer, as insónias, a falta de sono reparador, o cansaço e as dores de cabeça podem ser aliviados com alguns procedimentos simples. Por exemplo, evitar fazer exercício físico muito intenso antes de dormir, mas por outro lado, um passeio calmo e relaxante pode ser um óptimo auxiliar contra a insónia, reduzir o consumo de álcool, de tabaco, de café e fazer jantares ligeiros, dormir num quarto arejado, fazer exercícios de relaxamento e de meditação, são procedimentos que contribuem para o descanso nocturno. Também a falta de memória, outra das queixas frequentes do homem na andropausa, que pode ser atenuada com um bom descanso.
O aumento de peso e a obesidade, não pode ser desvalorizado, não só por causa da alteração do aspecto físico mas sobretudo pelos problemas de saúde acrescidos, como a hipertensão e os problemas cardiovasculares que pode potenciar. Para combater o aumento de peso e a obesidade é fundamental a reeducação do hábito de comer, mudar o comportamento perante a comida que pode não ser só consequência de desequilíbrio hormonal mas também emocional.
Uma alimentação rica em fibras e nutrientes à base de peixes, hortaliças e frutas, com poucos açúcares, gorduras e sal, evitar o tabaco e o consumo de álcool (o ideal seria não fumar nem beber álcool), e quando for necessário, a toma de suplementos de vitaminas, sais minerais, oligoelementos, e antioxidantes que vão ajudar a melhorar o estado físico em todas as suas funções e desempenho, quando o aporte de nutrientes fornecidos pelos alimentos não for suficiente. O exercício físico é um dos grandes amigos do homem na andropausa, não só para controlo do excesso de peso e prevenção de problemas cardiovasculares, como é um precioso auxiliar da fixação do cálcio presente nos nutrientes e assim na redução e prevenção da osteoporose. Como pode concluir-se, evitar o sedentarismo e fazer exercício físico regularmente, manter uma actividade intelectual que obrigue a exercitar a mente e a manter-se intelectualmente activo, pois quanto menos se usarem as capacidades cognitivas menos elas são estimuladas e mais rapidamente se degradam, a alimentação cuidada e um sono regular e descansado, são alguns cuidados grandes aliados no tratamento dos sinais e sintomas da andropausa. São cuidados fundamentais para a manutenção da saúde e qualidade de vida do homem.
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Tratamento Homeopático
Homeopatia no Tratamento dos Sinais e Sintomas da Andropausa – Vantagens do Tratamento Homeopático
“A Homeopatia trata as pessoas e não as doenças”, quer isto dizer que a Homeopatia trata o homem, não a andropausa. Cada homem vive a sua Andropausa, à sua maneira, com sintomas individuais próprios.
Muitos homens desconhecem a eficácia e a vantagem da Homeopatia no tratamento dos sintomas relacionados com a Andropausa.
A andropausa ou seja mais precisamente, os sintomas da andropausa, podem ser tratados com Homeopatia. Já há muitos homens informados, que tal como as mulheres, procuram ajuda da Homeopatia para tratarem os sintomas da andropausa.
Como já vimos, os sintomas característicos, nos homens que têm problemas com a andropausa, podem ser: diminuição do libido (diminuição de apetite sexual), dificuldade em conseguir e manter a erecção, diminuição da duração e intensidade dos orgasmos, ejaculação precoce, diminuição da massa e da força muscular, perda dos pelos corporais e da massa óssea, aparecimento súbito de “calores” (os homens também podem sofrer com os calores), cansaço, diminuição da audição e da visão, problemas de memória, depressão, sentimento de solidão, irritabilidade, alterações de humor, insegurança, baixa de auto-confiança e auto-estima, insónias e distúrbios associados com o sono, entre outros.
Apesar de a baixa de testosterona poder estar na origem destes sintomas, o seu aparecimento nem sempre é muito evidente. Como aparentemente não há alterações hormonais significativas, e os sintomas poderem, também, estar relacionados com factores psicológicos e sociais, muitas vezes, por desinformação ou mesmo por preconceito, não são relacionados com a andropausa mas apenas com o facto de o homem estar a envelhecer e a perder qualidade de vida.
A Homeopatia trata o homem na sua globalidade, isto quer dizer que o/a homeopata, para poder prescrever o remédio apropriado a cada homem, tem que ter sempre em consideração todos os sinais e sintomas individuais que ele apresenta, quer sejam físicos, emocionais ou mentais. A abordagem é sempre individual e tem sempre em atenção o homem no seu todo, na globalidade, mental-emocional-físico, é assim que a Homeopatia trata a doença.
A Homeopatia proporciona um tratamento seguro antes, durante e depois da Andropausa. Para a Homeopatia, a Andropausa é uma fase natural do desenvolvimento biológico do homem e não uma doença. O Tratamento Homeopático faz-se pelo restabelecimento do equilíbrio nos três níveis de manifestação do Homem que são o mental, emocional e físico e rapidamente se verificam melhoras, nos sintomas que podem aparecer em qualquer um dos níveis. O Homem volta a ter vontade de viver, de ser produtivo no trabalho e na sociedade, recupera o bem-estar e a Saúde. Os anos passam mas apesar de não sermos jovens para sempre é possível envelhecer com saúde e prazer de viver. Na realidade não é a idade que conta mas sim como se lida com ela e desde que o homem se sinta bem consigo mesmo, não há grandes diferenças.
O Tratamento Homeopático é mais seguro, saudável e eficaz do que a terapia de reposição hormonal química, que como é sabido, traz uma série de riscos acrescidos à saúde do homem. O tratamento químico de reposição hormonal de testosterona tem levantado alguns problemas e dúvidas em relação á sua administração, há situações em que é mesmo contra-indicado como em casos de câncro ou de aumento da próstata (hipertrofia da próstata) em que pode potenciar o desenvolvimento da doença.
O tratamento homeopático, além da sua eficácia no tratamento dos sintomas, é mais barato que a compensação hormonal (química), não tem efeito tóxico para o organismo e é isento de efeitos colaterais. Como se pode constatar, são significativas as vantagens do tratamento homeopático.
Quando se opta por um tratamento alternativo, nomeadamente o homeopático, o tratamento deve ser receitado e orientado por um Homeopata profissional, com formação em Homeopatia que saiba prescrever, respeitando a Filosofia Homeopática e de acordo com e as Leis da Homeopatia.

Manuela Morgado – Homeopata Especialista

quarta-feira, 2 de abril de 2014

domingo, 26 de janeiro de 2014

Homeopatia no Tratamento do Cancro da Mama

http://www.care2.com/greenliving/homeopathy-offers-treatment-for-breast-cancer.html

 
by Christine Breen Williams, ISHom, Co-Editor of Homeopathy on Allthingshealing.com
A landmark paper on the use of homeopathy in cancer appeared in the February 2010 issue of the International Journal of Oncology. The paper reported on a study of four homeopathic remedies that showed positive results using homeopathic remedies and thereby opening the door to the possibility of using homeopathy for breast cancer treatment.
Skeptics May Have to Rethink Their Opinions–Homeopathy May Really Work
The study caused the scientific community to take a second look at the positive effects using homeopathic medicine (called remedies by homeopaths) in the treatment of some illnesses. There was a huge outcry against the results of the study because the authors of the report stated that, “The remedies exerted preferential cytotoxic effects against the two breast cancer cell lines, causing cell cycle delay/arrest and apoptosis.” While not exactly treating women with breast cancer, their study demonstrated the possibility of eliminating breast cancer cells with homeopathic treatment.
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Apoptosis Induced by Homeopathic Medicines is a Good Result
Apoptosis, a cellular phenomenon, is “programmed cell death (PCD),” also known as cell suicide. It does not involve damage to the organism as with necrosis. Basically, during apoptosis the cell shrinks without causing inflammation to the surrounding tissue. The scientists, led by Moshe Frenkel, MD, a professor at M.D. Anderson Cancer Center, “studied four ultra-diluted remedies (Carcinosin, Phytolacca, Conium and Thuja) against two human breast adenocarcinoma cell lines,” and found “cell cycle delay/arrest and apoptosis.”
U.S. News & World Report Awarded M.D. Anderson Cancer Center as the Best Hospital
The M.D. Anderson Cancer Center in Houston, Texas is still the top hospital in the US–ahead of Sloan-Kettering in NYC and Johns Hopkins in Baltimore–for research and treatment of patients with cancer. (See U.S. News & Report for 2010-2011 list of best hospitals.) Dr. Moshe Frenkel is quoted as saying, “This is the first scientific study that investigated the effect of homeopathic remedies on breast cancer cells.” He further explains the significance as an “exciting possibility” because of the “therapeutic opportunity for preferentially eliminating breast cancer cells with minimal damage to the surrounding normal mammary tissue by using homeopathic remedies.”
According to the European Council of Classical Homeopathy, which reported the study to the homeopathic community, “The strongest effects were found from Carcinosin and Phytolacca, remedies that are well documented in the homeopathic literature for their beneficial effects in patients with cancer.”
Banerji Protocols on the Treatment of Cancer with Homeopathic Remedies
The researchers at M.D. Anderson Cancer Center had decided to investigate homeopathic remedies because of the promising results of a previous report based on work done by Dr. Banerji in Kolkata, India. The US National Cancer Institute (NCI) evaluated a cancer treatment protocol developed by Dr. Banerji in his clinic at the Homeopathic Research Foundation (PBHRF). The “Banerji protocols” use homeopathic medicines to treat patients suffering with cancers. The NCI, after reviewing the progress of the patients, confirmed that there was enough positive response to support the call for further research into the area of homeopathic treatment of cancer.
A Team of Researchers Decided to Evaluate the In-Vitro Effect of Four Homeopathic Remedies
The results of the “protocols” developed by Dr. Banerji and reported by the NIC were sufficiently impressive that the researchers at M.D. Anderson Cancer Center decided to study the breast cancer cells of women with advanced breast cancer and found equally impressive positive results using homeopathic medicine. Dr. Frenkel has said on his website that the homeopathic remedies, “appeared to have similar activity to the activity of paclitaxel (Taxol), the most commonly used chemotherapeutic drug for breast cancer, without the toxic effect on the normal cells.”

Summary
The study demonstrated that four homeopathic medicines had a positive effect on ‘eliminating’ breast cancer cells in cell lines in a laboratory setting. The study did not include women with breast cancer. Before supporters of evidence-based medicine can be persuaded to accept homeopathy as a treatment for breast cancer, many more studies would need to be conclusive. Although classical homeopaths themselves might treat a woman with breast cancer with, for example, Thuja, or Phytolacca, this prescription would only result from a thorough case-taking and case-analysis. Classical homeopathy treats the whole person, not just one part.

domingo, 29 de dezembro de 2013

INFERTILIDADE E HOMEOPATIA - ALTERAÇÃO DOS NÍVEIS DE PROLACTINA (HIPER-PROLACTINA) (PRL) 
   
Prolactina (PRL). O que é? 
  É uma hormona segregada pelas células da hipófise anterior, que está presente em todos os mamíferos. Foi descrita pela primeira vez em ovelhas, em 1937, e só mais tarde, em 1970, os pesquisadores Frantz e Kleinberg a estudaram e descreveram nos humanos. 
É uma substância produzida pelo sistema nervoso central que pode levar ao aparecimento de alguns distúrbios na saúde do Homem e a Mulher. As células nervosas e as glândulas endócrinas comunicam entre si, célula a célula por actividade eléctrica e pela da secreção de mensageiros químicos ou neurotransmissores, que são as hormonas. As hormonas são substâncias produzidas pelas glândulas endócrinas (glândulas de secreção interna) com a função de regular e equilibrar as funções do organismo, para que os órgãos e sistemas funcionem em harmonia. As hormonas regulam a química do organismo em todas as suas funções, funcionam como mensageiras, são produzidas num órgão e levadas pela corrente sanguínea a outro órgão e a todas as partes do organismo actuando como estimulantes. O organismo é formado por diferentes tipos de células e de hormonas, cada hormona actua sobre um determinado tipo de células, as “células-alvo”, com função específica mas que no conjunto trabalham na manutenção do equilíbrio do organismo.Têm um ritmo de secreção variável de acordo com as necessidades do corpo e com a função que desempenham. Como todas as hormonas, a prolactina também tem uma função específica e possui um ritmo de secreção variável (ritmo de secreção hormonal). O ritmo da prolactina é mais elevado durante a noite no início do sono e é controlado por diferentes substâncias bioquímicas produzidas pelo sistema nervoso central. O controlo é feito pela comunicação entre as células do córtex cerebral, o hipotálamo e a hipófise. As glândulas não funcionam sozinhas, como acontece com todos os órgãos e sistemas, para estarem em equilíbrio é essencial o funcionamento harmonioso da globalidade do indivíduo, o mental, o emocional e o físico. Assim é fácil perceber que a secreção da prolactina pela hipófise também está dependente de vários factores reguladores. Para que os níveis de prolactina se mantenham de acordo com as necessidades de cada um, é essencial o equilíbrio do organismo no seu todo, é aqui que a Homeopatia pode dar uma ajuda preciosa. 
 
Aumento dos níveis de Prolactina (PRL) como causa de Infertilidade  
O excesso de prolactina (hiper-prolactina ou hiperprolactinemia) também pode ser uma das causas da infertilidade da mulher ou do homem. Acontece com mais frequência em mulheres com idades entre os 20 e os 50 anos, embora também possa aparecer no homem, não sendo, no entanto, tão frequente. Na mulher, a prolactina tem uma função importante na manutenção da amamentação, é a hormona estimulante das glândulas mamárias para a produção de leite. Tudo começa na puberdade, a prolactina, juntamente com os estrogénios, a progesterona e o cortisol, estimula a proliferação e a ramificação dos ductos na mama, mais tarde, durante a gravidez, a prolactina, juntamente com estrogénios e progesterona, é responsável pelo desenvolvimento dos lobos dos alvéolos nos quais o leite é produzido. Depois do parto, a prolactina, desta vez em conjunto com a insulina e o cortisol, estimula a síntese e a secreção de leite. No homem, também há produção de prolactina, no entanto a sua função ainda não é conhecida na totalidade.No dia-a-dia, todos somos confrontados com situações que produzem desequilíbrios na secreção hormonal, por isso é normal que a secreção de prolactina, também possa variar e aumentar com:
  • o stress;
  • na gravidez;
  • por trauma emocional;
  • pelo uso de fármacos (medicamentos químicos): reserpina, sulpiride, metroclopamida, alfa-metildopa, verapamil, entre outras substâncias existentes nos calmantes, nos anti-depressivos, nos ansiolíticos, nos anti-psicóticos, nos fármacos para a hipertensão e nos anticoncepcionais, entre outros.
Todas estas situações são situações passíveis de provocarem alteração na secreção de prolactina, mais precisamente excesso de prolactina.
No entanto não são só estas situações, consideradas normais, que podem elevar os níveis da prolactina do organismo, há outros factores e esses não são normais, que também podem provocar alterações, que são:
  • Os factores patológicos: as patologias que afectam o sistema nervoso central na zona do hipotálamo e hipófise como as lesões neoplásicas no hipotálamo, degenerativas, granulomatosas, vasculares ou infecciosas que diminuem a secreção de dopamina (regula a prolactina), que é uma hormona com acção inibidora sobre a PRL; interrupção da ligação entre o hipotálamo e a hipófise originada por tumores cerebrais, alterações da hipófise devido a prolactinomas (micro e macroadenomas); insuficiência renal crónica, que diminui a depuração renal de PRL; doenças endócrino metabólicas como o hipertiroidismo (o THR é um potente libertador de PRL); ovários poliquistícos; doenças e lesões da parede toráxica;
  • Causa idiopática ou funcional (sem causa conhecida).
Todos os factores que enumerei são passíveis de poderem gerar a hiper-prolactina (PRL). Verifica-se ainda que os sintomas e por consequência as patologias que envolvem a secreção de prolactina, são caracterizados pelo excesso de produção da hormona.  


Excesso de Prolactina na Mulher – Sintomas  
Alguns dos sintomas que na mulher podem fazer pensar em hiper-prolactina (PRL) são:
  • Menstruações irregulares;
  • Amenorreia (é frequente o excesso de prolactina em mulheres que não menstruam);
  • galactorreia;
  • Diminuição da libido (desejo sexual);
  • Infertilidade;
  • Diminuição da densidade óssea e até osteoporose;
  • Depressão e ansiedade;
  • Edema e obesidade.
Como pode ver-se a prolactina pode ser a responsável por disfunções graves do organismo, a falta de ovulação é um dos sintomas a ter sempre em consideração.  


Excesso de Prolactina no Homem - Sintomas 
 Como referi, no homem também há produção de prolactina, no entanto a sua função ainda não é conhecida na totalidade. No entanto verificam-se sintomas como:
  • Disfunção eréctil;
  • Diminuição da libido (desejo sexual);
  • Infertilidade;
  • Baixa produção de espermatozóides;
  • Ginecomastia (desenvolvimento de mamas nos homens);
  • Diminuição da densidade óssea e até osteoporose;
  • Depressão e ansiedade;
  • Edema de obesidade.
Todos estes sintomas estão relacionados com o excesso da hormona no organismo masculino. 
 
Tratamento Homeopático da Hiper-prolactina (PRL)  
A abordagem homeopática para tratamento da hiper-prolactina processa-se da mesma maneira que para qualquer outra patologia. “A Homeopatia trata as pessoas e não as doenças”, quer isto dizer que a Homeopatia trata as pessoas, não o excesso de prolactina. O equilíbrio hormonal do organismo é fundamental para que funcione bem, para que todos os órgãos funcionem na sua plenitude. Nesta área, a Homeopatia tem um papel importante e é eficaz . A Homeopatia trata o individuo na sua globalidade, isto quer dizer que o/a homeopata, para poder prescrever o remédio apropriado a cada um, tem que ter sempre em consideração todos os sinais e sintomas individuais, quer sejam físicos, emocionais ou mentais. A abordagem é sempre individual e tem sempre em atenção o indivíduo no seu todo, na sua globalidade, mental-emocional-físico, é assim que a Homeopatia trata a doença. A abordagem da Homeopatia é mais segura, eficaz e saudável do que a terapia com medicamentos químicos, que como é sabido, traz uma série de riscos acrescidos à saúde. Além de eficaz no tratamento dos sintomas, o tratamento homeopático é barato, não tem efeito tóxico para o organismo e é isento de efeitos colaterais. São significativas as vantagens do tratamento homeopático. Quando se opta por um tratamento alternativo, nomeadamente o homeopático, o tratamento deve ser receitado e orientado por um Homeopata profissional, com formação em Homeopatia que saiba prescrever respeitando a Filosofia Homeopática e de acordo com e as Leis da Homeopatia.  
Manuela Morgado - Homeopata Especialista 
http://manuela-morgado-chl-homeopatia.blogspot.com/2011/02/infertilidade.html

http://manuela-morgado-chl-homeopatia.blogspot.com/2009/07/tratamento-homeopatico-da-infertilidade.html

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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Homeopatia no Climatério e Menopausa da Mulher

Homeopatia no Climatério e Menopausa da Mulher


Climatério, Menopausa e Perimenopausa

Climatério, Menopausa e Perimenopausa são termos com sentidos diferentes, mas muitas vezes utilizados com o mesmo significado.
  • Climatério é uma fase da vida da mulher que compreende a transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo, é o período em que a menopausa acontece.
  • Menopausa é o momento da vida da mulher em que ocorre o último ciclo menstrual, ou seja a última menstruação.
  • Perimenopausa é o período que antecede e que vai até um ano depois da menopausa (da última menstruação).
Todas as mulheres chegarão à menopausa, é inevitável, é consequência da evolução natural da vida biológica da mulher.

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A Mulher está a entrar na Menopausa 
Quando se diz que a mulher está a entrar na menopausa, geralmente é porque a mulher começou a sentir e a queixar-se de algumas mudanças no seu organismo ou comportamento, pouco frequentes ou inexistentes até aí.
  • Acessos de calor, afrontamentos, por vezes seguidos de arrepios.
  • Suores nocturnos.
  • Menstruações irregulares e copiosas.
  • Sono não reparador.
  • Insónias.
  • Ansiedade, irritabilidade e depressão.
  • Vontade de chorar sem motivo.
  • Alterações ginecológicas e urológicas.
  • Alteração no desejo sexual (libido).
  • Perda de elasticidade da pele.
  • Alterações no metabolismo.
  • Hipertensão e colesterol.
  • Obesidade.
  • Osteoporose.


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Sinais e Sintomas Físicos da Mulher no Climatério
No Climatério os ovários deixam de gradualmente produzirem hormonas, os estrogénios diminuem e a progesterona sobe.
Inicia-se a transição entre as fases reprodutiva e não-reprodutiva da vida da mulher, que culmina na menopausa (último período menstrual da mulher) quando os ovários cessam a sua função (deixam de ovular, de produzirem óvulos) e inicia-se um processo para estabelecer um novo equilíbrio hormonal. Nessa transição, em que baixam os estrogénios e sobe a progesterona, ocorrem alterações físicas e psíquicas importantes, que podem influenciar negativamente a qualidade de vida da mulher.
A menopausa ocorre nas mulheres entre os 40 e os 55 anos de idade, consequência da perda gradual da produção das hormonas femininas, mas os primeiros sinais do climatério, como os ciclos menstruais irregulares e com mais fluxo, podem verificar-se alguns anos antes, até acabarem completamente.
Os primeiros sintomas de que a mulher está a chegar à menopausa aparecem, em geral, a partir dos 40 anos, quando as mulheres ainda têm menstruações regulares.
As cólicas abdominais aumentam, o fluxo menstrual torna-se mais abundante, os sintomas pré-menstruais (SPM) mais acentuados, o apetite aumenta e as insónias aparecem com alguma frequência, nesta altura são poucas as mulheres que conseguem dormir bem.
Em algumas mulheres os suores nocturnos, as enxaquecas fortes e por vezes náuseas, aparecem também nesta fase. A seguir surgem os afrontamentos durante o dia, para além dos suores nocturnos, este é um dos sintomas mais frequentes. A sensação de calor sobe pelo corpo, afectando principalmente o tronco e a cabeça, por
vezes esta sensação vem acompanhada por ruborização da pele, sudação excessiva, mal-estar estomacal, taquicardia, palpitações, dor de cabeça e nalgumas situações por sensação de vertigem. Estes sintomas, devidos a alterações nos vasos sanguíneos, são muitas vezes seguidos de arrepios.
Depois é a fase das menstruações irregulares que dura cerca de quatro anos, os ciclos são cada vez mais irregulares e o aparecimento da menstruação torna-se uma incógnita.
Muitas mulheres queixam-se de cansaço e de fluxo menstrual abundante. Os suores nocturnos podem diminuir ou aumentar, mas os afrontamentos durante o dia, a qualquer hora e em qualquer situação, são normais para as cerca de 80% das mulheres que se queixam de “calores”.
A fase seguinte começa quando falta a menstruação pela primeira vez. A partir daí é difícil saber o que acontecerá a seguir, como serão os próximos ciclos. O fluxo menstrual pode ser ligeiro ou abundante, pode ou não haver menstruação ou aparecer e desaparecer repentinamente, as cólicas abdominais, os suores nocturnos e os afrontamentos podem agravar-se.
A falta de estrogénios é também responsável por alterações urogenitais que se tornam muito desagradáveis, não só para a mulher como também para o companheiro.
Na da mucosa vaginal, verifica-se atrofia do epitélio que se torna mais frágil e sensível. Na vagina a atrofia causa estreitamento e perda de elasticidade, com consequente diminuição na lubrificação que origina a secura vaginal. A secura vaginal pode trazer alguma sensação desagradável durante a relação sexual, tanto para o homem como para a mulher.
As alterações na flora vaginal facilitam o aparecimento de uma flora inespecífica que predispõe o organismo a vaginites, com comichão e ardor na vagina, responsáveis por grande desconforto.
São frequentes, também, problemas a nível da uretra e da bexiga. As infecções do tracto urinário, que se manifestam por necessidade frequente de urinar ou ardor durante a micção, a dificuldade de esvaziamento da bexiga ou as perdas involuntárias de urina, causadas pelo prolapso uterino (os órgãos da pélvis podem debilitar-se e descair, provocando pressão sobre os órgãos urinários), tornando recorrente o aumento da frequência e ardência urinária além da sensação de micção iminente.
Outro dos sintomas que mais preocupa, e desagrada a mulher, é o aumento de peso e a obesidade.
Algumas mulheres engordam mais facilmente quando chegam à menopausa porque a redução de estrogénios, também reduz a secreção da leptina que é uma hormona relacionada com o controlo do apetite. O apetite aumenta e como consequência o peso também aumenta.
A perda de elasticidade da pele, não só no corpo, mas essencialmente da face e do pescoço, é outro sinal, que não agrada muito à mulher, mas que efectivamente se verifica. Aparecem mais de rugas, o corpo torna-se mais flácido e a pele mais seca.
A osteoporose, que é a perda de massa óssea, é outro sintoma que aparece nalgumas mulheres que se manifesta principalmente nos primeiros anos da menopausa. O desgaste dos ossos está na origem do aumento de fracturas, principalmente a nível dos quadris, consequência de uma queda ou, em casos muito graves, por fracturas espontâneas. A osteoporose também é responsável pelo encurvamento da coluna, que causa grande alteração na estatura da mulher.
Outro sintoma que pode aparecer, originado pela redução de estrogénio, é a variação da tensão arterial.
O aumento da glicemia (açúcar no sangue), colesterol elevado (aumento da gordura do sangue que se deposita na parede das artérias e que pode levar à ateroesclorose) e hipertensão arterial, são os factores que condicionam um maior risco cardiovascular, quer dizer, aumentam a possibilidade de ocorrer um enfarte ou um acidente vascular cerebral (AVC – derrame cerebral).
O cansaço, permanente e frequente, é outra das queixas da mulher no climatério. Pequenos esquecimentos que acontecem com alguma frequência e apesar de não serem relevantes podem causar-lhe preocupação e mal-estar.
Os suores nocturnos são em grande parte responsáveis pelo mal-estar da mulher durante a noite. A mulher acorda com frequência, não consegue ter um sono reparador, tem dificuldade em adormecer novamente. Aparecem as insónias, o desgaste físico e as situações frequentes de grande irritabilidade e ansiedade.

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Sinais e Sintomas Emocionais da Mulher no Climatério
Desde sempre que os distúrbios físicos e emocionais, da mulher nesta fase da vida, são atribuídos à menopausa, mas dados de estudos recentes, mostram que o aumento dos sintomas e problemas da mulher neste período reflectem circunstâncias sociais e pessoais e que não provêm só das alterações endócrinas normais do climatério e menopausa.
Algumas mulheres sentem alguma ansiedade neste período, quando são confrontadas com as mudanças que acontecem em si, no seu corpo. Este é o momento de mudanças físicas e psicológicas que acontece precisamente no auge da vida profissional e afectiva da mulher.
A mulher vive um vai vem de emoções e sentimentos que, algumas mulheres, não conseguem controlar e, na maior parte das vezes, nem percebem o porquê.
Surgem os conflitos na família ou no emprego, todas as emoções são elevadas ao rubro, todos os problemas ganham uma dimensão exagerada, que não corresponde à realidade. As mudanças de humor tornam-se habituais, a angústia, tristeza, ansiedade, depressão, fadiga, perda de memória, insónias e irritabilidade são sintomas originados pela alteração hormonal, que está a acontecer no organismo que afecta as reacções químicas do cérebro, responsável pelo estado emocional da mulher nesta altura.
Tudo a irrita, não tem paciência para nada, tem vontade de chorar sem motivo, depois do choro vem a raiva de tudo ou de nada ao mesmo tempo, não percebe o que se passa consigo e muitas vezes não consegue controlar as emoções.
O seu período reprodutivo acabou, perdeu a fertilidade e ao tomar consciência desta realidade, com frequência a mulher é assolada pelo medo. Tem medo de perder, a sensualidade e o apetite sexual, tem medo das alterações físicas que podem acontecer no seu corpo e tem medo de envelhecer. Torna-se indecisa e insegura, perde a auto-estima e com a maior facilidade surgem os quadros depressivos.
Volto a lembrar, que nem todas as mulheres têm de ter todos estes sintomas, quer físicos ou emocionais, quando estão no climatério. Estes sintomas podem estar associados, entre outras possibilidades, a excesso de trabalho, problemas de dinheiro, problemas no relacionamento amoroso do casal ou ainda a algum trauma originado por alguma relação extra-conjugal, em que a mulher se sentiu traída. Todos estes factores são suficientes para que a mulher se sinta como se a sua feminilidade tivesse acabado. Por isso, com este quadro emocional, juntamente com a menor lubrificação vaginal, com o cansaço e a dificuldade em conciliar e ter um sono reparador, que pode ser originado por ansiedade da mulher, todo o cuidado é pouco para não deixar que a libido seja comprometida e por consequência, que a sua vida sexual seja afectada.
Todas as mulheres devem ter sempre em mente que a descida de estrogénios e progesterona, apesar de causar mudanças e adaptações com a manifestação dos sintomas inerentes, não implica em nenhum caso redução da feminilidade ou da capacidade sexual da Mulher.
Tome consciência de que é apenas uma nova etapa da sua vida, que é inevitável passar por ela, mantenha-se sexualmente activa e tem aqui um excelente antídoto contra a depressão.


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O que a Mulher pode fazer para aliviar os Sintomas do Climatério e Menopausa

No início do climatério são poucas as mulheres que estão atentas aos sinais que a pouco e pouco vão surgindo.
A mulher começa por preocupar-se com a aparência, com as rugas que vão aparecendo, a importância que dá ao cuidado com o corpo e com pele superam a atenção que deveria ser dada ao exercício físico, a caminhar diariamente ou a manter uma dieta equilibrada e levar uma vida saudável, evitando o fumo e o álcool em excesso.
Então o que pode a mulher fazer para viver esta fase, com qualidade de vida.
O mais importante é viver um dia de cada vez, com calma e encarar o momento como uma fase natural da vida humana e do seu desenvolvimento biológico, que para algumas mulheres não é uma fase fácil de ultrapassar, enquanto outras nem se apercebem das mudanças que o organismo está a viver. Nunca é demais referir que cada organismo reage à sua maneira, seja qual for a situação.
Alguns cuidados simples podem ajudar a prevenir e a combater os sintomas e patologias que com alguma frequência se manifestam nesta fase.
Um dos cuidados é fazer o possível por dormir bem. Durma bem, é essencial para o descanso e por consequência para o equilíbrio emocional e físico da mulher. A dificuldade em adormecer, as insónias, a falta de sono reparador, o cansaço e as dores de cabeça, podem dever-se a afrontamentos e suores nocturnos que não permitem um bom descanso, mas alguns procedimentos simples podem ser muito úteis para aliviar estes indesejáveis sintomas. Por exemplo, evitar fazer exercício físico muito intenso antes de dormir, mas no entanto, um passeio calmo e relaxante pode ser um óptimo auxiliar contra a insónia. Reduzir o consumo de álcool, cafeína e fazer jantares ligeiros, dormir num quarto arejado, fazer exercícios de relaxamento e de meditação, podem ajudar no descanso nocturno.
Também é frequente a mulher queixar-se que anda muito esquecida. Os problemas de memória também são uma preocupação, por isso tente dormir o suficiente e bem, deite-se cedo e faça exercício físico. Procure manter-se intelectualmente activa pois quanto menos usar as suas capacidades cognitivas, menos elas são estimuladas e mais rapidamente se degradam.
O aumento de peso e obesidade é um problema que pode afectar muito a mulher não só fisicamente mas também emocionalmente. É outro dos problemas que não pode ser esquecido, não só por causa da alteração do aspecto físico mas também pelas situações de saúde acrescidas, devidas ao excesso de peso, como a hipertensão e os problemas cardíacos. Para combater o aumento de peso e obesidade, é fundamental a reeducação do hábito de comer, mudar o comportamento perante a comida para conseguir atenuar o ganho de peso, consequência de desequilíbrio hormonal e emocional.
Nesta fase a perda de peso não é tão fácil como há uns anos atrás, mas com boa vontade e persistência, consegue-se. Uma alimentação rica em fibras nutrientes e baixa em gorduras e açúcares e exercício físico regular, são grandes aliados neste processo.
Como se pode concluir, o exercício físico é um dos grandes amigos da mulher no climatério, não só para controlo do excesso de peso e prevenção de problemas cardíacos como também é um precioso auxiliar da fixação do cálcio, presente nos nutrientes e assim na redução e prevenção da osteoporose, que tanto aflige a mulher quando chega aos 40 anos.
Outro sintoma corrente da mulher no climatério, são os problemas do sistema urinário. A incontinência e as infecções urinárias também podem ser prevenidas e minimizadas com alguns cuidados simples e que estão ao alcance de todas as mulheres, todas as mulheres os podem fazer. Os exercícios para fortalecerem a musculatura pélvica, feitos regularmente, devolvem elasticidade à pélvis, por isso muito úteis na incontinência urinária. Quanto às infecções urinárias, é fundamental beber muita água, ajuda a eliminar toxinas, a drenar e a limpar o organismo e por isso a reduzir a possibilidade do aparecimento de infecção urinária.

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Tratamento Homeopático


Homeopatia no Tratamento dos Sinais e Sintomas do Climatério e Menopausa – Vantagens
“A Homeopatia trata as pessoas e não as doenças”, quer isto dizer que a Homeopatia trata a mulher, não a Menopausa. Cada mulher vive a sua Menopausa, à sua maneira, com sintomas individuais próprios.
A Homeopatia trata a mulher na sua globalidade, isto quer dizer que o/a homeopata, para poder prescrever o remédio apropriado a cada mulher, tem que ter sempre em consideração todos os sinais e sintomas individuais que ela pode apresentar, quer sejam físicos, emocionais ou mentais. A abordagem é sempre individual e tem sempre em atenção a mulher no seu todo, na sua globalidade, mental-emocional-físico, é assim que a Homeopatia trata a doença.
Muitas mulheres ainda têm dúvidas, medos, tabus e não são poucas as que sofrem de algum tipo de preconceito por estarem a chegar, ou já terem chegado à menopausa. Não só as mulheres, mas muitas pessoas ainda vêem a menopausa como um “bicho de sete cabeças” e ainda são muitas as que confundem a menopausa com uma doença inevitável de todas as mulheres.
É certo que, pressionada pela publicidade que valoriza a juventude e a beleza, a mulher sente dificuldade em encarar a Menopausa com naturalidade, mas quando lá chega apercebe-se que faz pouca diferença, na realidade não é a idade que conta mas sim como se lida com ela e desde que a mulher se sinta bem consigo mesma, não há grandes diferenças.
Muitas mulheres desconhecem a eficácia e a vantagem da Homeopatia no tratamento dos sintomas relacionados com a Menopausa. A Homeopatia proporciona um tratamento seguro antes, durante e depois da menopausa.
A abordagem da Homeopatia é mais segura, saudável e eficaz do que a terapia de reposição hormonal química, que como é sabido, traz uma série de riscos acrescidos à saúde da mulher. Sintomas como o sangramento vaginal e aumento de peso, além de maior incidência do risco de cancro da mama e do útero e mais recentemente, as pesquisas apontam, também para maior risco do cancro do pulmão.
Os problemas circulatórios como o trombo-ebolismo venoso, o aparecimento de derrames e varizes, são outro dos sintomas que têm maior incidência nas mulheres que recorrem á reposição hormonal, por isso, e ao contrário do que foi defendido durante algum tempo, os estrogénios da reposição hormonal não trazem nenhum benefício para a protecção do coração, antes pelo contrário.
Problemas na vesícula biliar e no apêndice, que podem levar ao recurso a colecistectomia ou apendicectomia, verificou-se terem maior incidência em mulheres que fazem a terapia de reposição hormonal, como mostra o artigo publicado no “Canadian Medical Association Journal”.
No 7º Congresso Internacional de Homeopatia em Buenos Aires, na Argentina, foi apresentado um estudo sobre o tratamento homeopático das mulheres no climatério e quais as suas vantagens. Este estudo denominado "Estudo da Efectividade do Tratamento Homeopático de Mulheres portadoras do Síndroma do Climatério tratadas no ambulatório de Ginecologia da Unidade de Homeopatia do Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo, Brasil", foi publicado na revista do Instituto Hahnemanniano do Brasil. (IHB): Homeopatia Brasileira, vol. 3 nº1, 1997, mostra que 89% das pacientes estudadas com idades entre 42 e 61 anos, reagiram bem ao tratamento homeopático. Das mulheres que fizeram parte deste estudo observa-se que 42% melhoraram totalmente da queixa principal, 47% tiveram melhoria parcial e apenas 11% não tiveram alteração do seu estado.
Além da sua eficácia no tratamento dos sintomas, o tratamento homeopático é mais barato que a compensação hormonal (química), não tem efeito tóxico para o organismo e é isento de efeitos colaterais.
Como se pode constatar, são significativas as vantagens do tratamento homeopático.
Quando se opta por um tratamento alternativo, nomeadamente o homeopático, o tratamento deve ser receitado e orientado por um Homeopata profissional, com formação em Homeopatia que saiba prescrever respeitando a Filosofia Homeopática e de acordo com e as Leis da Homeopatia.
Manuela Morgado - Homeopata Especialista